4 de out. de 2009

QUEM TEM DINDA TEM TUDO! (Hoje sei muito disso!)


Essa postagem é uma licença poética/sentimental apenas para lembrar o aniversário de alguém muito especial!!!

Dinda,
Apesar de estarmos em margens opostas do Oceano Atlântico, sei que sempre estaremos ligadas... Para provar isso, mando Úrsula de presente aí em cima... (meu brinquedo preferido da infância!)
Minha segunda mãe, Parabéns!!!
Beijo
Dodó


-

VIRALATAS TENTAM ATRAPALHAR A FESTA DO RIO - 2016


Um texto bem legal que recebi, sobre a vitória do Brasil na disputa por sediar os Jogos Olímpicos!
Que os agourentos mordam as bochechas da bunda...
Comemoremos, pois!!!

publicada sábado, 03/10/2009 às 00:07

O complexo de vira-lata segue fortíssimo em nosso país. Se bem que, agora, parece mais restrito a setores da classe média...

Falo das estranhas reações a esse acontecimento maravilhoso: a vitória do Rio como sede das Olimpíadas de 2016.

Estava eu fora do alcance da internet - gravando uma reportagem nas proximidades de Iguape, no litoral sul de São Paulo - quando o Rio foi anunciado vencedor. Comemorei, em mensagens enviadas por celular à minha mulher - que é carioca.
Quando cheguei a São Paulo, na noite desta sexta, também comemorei com meu filho Vicente, outro nascido no Rio de Janeiro.

Dois brasileiros que ajudam o país a superar o complexo de vira-lata
Em qualquer lugar do planeta seria mesmo motivo para comemorar. Mas, no Brasil, aparecem nessas horas os corvos agourentos: e a a corrupção? e as favelas? e a violência?

Mas que diabos! Parece-me tão óbvio que Olimpíadas não são (nem nunca serão) o remédio para nossos problemas seculares, parece-me isso tão óbvio (repito!) que sinto até vergonha de precisar argumentar diante de certas coisas que comecei a ouvir e a ler, assim que botei os pés de novo em São Paulo, nesta histórica sexta-feira.

Aos poucos, fui-me lembrando das diferenças entre Rio e São Paulo. Paulistano que sou, posso dizer sem medo de errar: parte das pessoas que vivem aqui na minha terra não gosta muito do Brasil. A verdade é essa.

Era esse o tom dos comentários que ouvi no rádio do carro, a caminho de casa. O locutor ia lendo os e-mails dos ouvintes, que criticavam a escolha do Rio: eram comentários mal-humorados, ranhetas, complexados.

No futebol, o brasileiro superou esse complexo de vira-lata. Nelson Rodrigues foi quem cunhou a expressão. Foi ele também quem mostrou como Pelé, com sua pose de rei, indicava a seus colegas em campo: somos fortes, somos bons, falta só acreditar em nós mesmos.

Lá pelas décadas de 50/60, com Pelé, superamos o complexo. Mas só no futebol. A síndrome do vira-lata infeliz continuou a nos abater em outras áreas..
Os mais pobres, em anos recentes, parecem ter vencido o complexo. Até porque não têm muita escolha. São brasileiros até o último fio de cabelo. Para o bem e para o mal. Melhor brigar e trabalhar pra fazer dese país uma terra um pouco melhor.
A vitória e a reeleição de Lula são a prova de que parte dos brasileiros, especialmente os de origem mais humilde, superou o complexo. É uma parcela de brasileiros que foi capaz de eleger um homem monoglota, sem estudo, e além de tudo sem um dedo (ah, como essa marca do trabalho braçal incomoda nossas elites) para liderar o país.

Em contrapartida, a escolha - por duas vezes - de um presidente com esse perfil parece ter acirrado ainda mais o complexo de vira-lata, entre certos setores de nossa classe média. É uma parte dos brasileiros (e como são numerosos em São Paulo) que não gostam de ser brasileiros. Gostam de ser netos de italianos, bisnetos de alemães, trinetos de poloneses, tataranetos de espanhóis.

Eles se envergonham do Lula que discursa em "português" na cerimônia do comitê olímpico (ouvi um sujeito falando disso hoje na rua). Queriam que discursasse em javanês?

Eles se envergonham do Lula que chora. Preferiam, talvez, o tom afetado daquele outro presidente, que adorava fazer piadas sem graça, e preferia discursar em francês ou inglês (tremendo complexo de vira-lata) para agradar os gringos...
Com Lula, o Brasil deixou de se ver como colônia.

Os problemas do Brasil - com ou sem Olimpíadas - são enormes. Cabe a nós resolvê-los. Podemos tentar fazer as duas coisas ao mesmo tempo: cuidar de nossos problemas, e organizar as Olimpíadas. Isso parece uma obviedade sem tamanho!
Ou alguém acha - por exemplo - que um sujeito, só porque ainda está pagando as prestações da casa, não pode fazer uma bela festa de fim-de-ano para os vizinhos e os amigos?

A escolha do Rio é reconhecimento da grandeza do Brasil. Não deve nos fazer ufanistas. Mas a verdade é que merecemos comemorar. Sem dar bola para os corvos agourentos. Eles que curem seus complexos viajando para Miami nas férias. E deixem o Brasil trabalhar para fazer uma bela Olimpíada em 2016.
Parabéns ao Rio. Viva o Brasil.

http://www.rodrigovianna.com.br/palavra-minha/viralatas-tentam-atrapalhar-a-festa-do-rio2016




-

GRACIAS A LA VIDA, QUE ME HA DADO TANTO...

MORRE MERCEDES SOSA - UMA PERDA PARA O MUNDO

Mercedes Sosa em entrevista coletiva no Equador
04 de outubro de 2009
Foto: AP

A cantora argentina Mercedes Sosa morreu neste domingo (4), aos 74 anos, depois de permanecer internada por 11 dias em um hospital na cidade de Buenos Aires, segundo informou a sua família através do site oficial da artista.

Mercedes sofria de uma doença hepática, que foi complicada por problemas respiratórios. A cantora estava em coma desde a quinta-feira passada e respirando com a ajuda de aparelhos. Seu corpo será velado no Salão dos Passos Perdidos, no Congresso Nacional Argentino.

Haydé Mercedes Sosa nasceu no dia 9 de julho de 1935, na cidade de San Miguel de Tucumán. Com uma carreira de 60 anos, transitou por diversos países do mundo, dividiu o palco com inúmeros e prestigiosos artistas e deixou uma grande discografia.

"Sua voz levava mensagens de compromisso social através da música da raiz folclórica, sem prejuízos de somar outras vertentes e expressões de qualidade musical. Seu talento indiscutível, sua honestidade e suas profundas convicções deixam uma enorme herança para as gerações futuras", diz a sua família no comunicado publicado no site oficial da cantora.

Mercedes Sosa nasceu em Tucamán, Argentina, em 9 de julho de 1935. É uma cantora de grande apelo popular na América Latina e conhecida como La Negra pela cor das longas e lisas madeixas.

Ganhou destaque muito nova, com quinze anos de idade, após se apresentar em uma competição de uma rádio da sua cidade natal e conseguiu um contrato de dois meses. O timbre marcante levou Mercedes a gravar o primeiro disco Canciones con Fundamento, em 1965, com um perfil de folk argentino.

Mas foi em 1967 que se consagrou internacionalmente após gravar o sucesso Cantata Sudamericana e Mujeres Argentinas, com Ariel Ramirez e Feliz Luna. A música foi em homenagem à chinela Violeta Parra.

Já atuou com diversos músicos, como Milton Nascimento, Fagner e Silvio Rodríguez.
De personalidade marcante, Sosa é conhecida também como uma ativista política de esquerda, sendo peronista na juventude. Se posicionou contra à figura de carlos Menem e apoioi a eleição do ex-prediente Néstor Kirchner.

Toda essa procupação inclusive fica evidente em seu repertório, tornando-se uma das grandes expoentes da Nueva Canción, movimento musical nos anos 60, com raízes africanas, cubanas, andinas e espanholas. Caetano Veloso, Gilberto Gil e Chico Buarque são representantes.

Possui um dueto com Beth Carvalho, cada uma cantando no seu idioma, na música So le piedo a Dios, além da parceria que fez com Fagner na música Años, de 1981.

Discografia
La voz de la zafra (1962)
Canciones con fundamento (1965)
Yo no canto por cantar (1966)
Hermano (1966)
Para cantarle a mi gente (1967)
Con sabor a Mercedes Sosa (1968)
Mujeres argentinas (1969)
Navidad con Mercedes Sosa (1970)
El grito de la tierra (1970)
Homenaje a Violeta Parra (1971)
Hasta la victoria (1972)
Cantata Sudamericana (1972)
Traigo un pueblo en mi voz (1973)
Niño de mañana (1975)
A que florezca mi pueblo (1975)
La mamancy (1976)
En dirección del viento (1976)
O cio da terra (1977)
Mercedes Sosa interpreta a Atahualpa Yupanqui (1977)
Si se calla el cantor (1977)
Serenata para la tierra de uno (1979)
A quién doy (1980)
Gravado ao vivo no Brasil (1980)
Mercedes Sosa en Argentina (1982)
Mercedes Sosa (1983)
Como un pájaro libre (1983)
Recital (1983)
¿Será posible el sur? (1984)
Vengo a ofrecer mi corazón (1985)
Corazón Americano (1985)
Mercedes Sosa ´86 (1986)
Mercedes Sosa ´87 (1987)
Gracias a la vida (1987)
Amigos míos (1988)
En vivo en Europa (1990)
De mí (1991)
30 años (1993)
Sino (1993)
Gestos de amor (1994)
Oro (1995)
Escondido en mi país (1996)
Alta fidelidad (1997)
Al despertar (1998)
Misa Criolla (2000)
Acústico (2002)
Argentina quiere cantar (2003)
Corazón Libre (2005)
Filmografia
Güemes, la tierra en armas (1971)
Argentinísima (1972)
Ésta es mi Argentina (1974)
Mercedes Sosa, como un pájaro libre (1983)
Será posible el sur: Mercedes Sosa (1985)
Historias de Argentina en Vivo (2001)

29 de set. de 2009

28 DE SETEMBRO - DIA IMPORTANTE PARA A MULHER VERMELHA

Ontem, 28 de setembro de 2009, foi um dia bastante importante por diversos motivos... Dois desses motivos exponho agora abaixo.


FRENTE DE DESCRINALIZAÇÃO E LEGALIZAÇÃO DO ABORTO É LANÇADA EM SALVADOR
Redação CORREIO

Centro Cultural da Câmara Municipal de Salvador, localizado na Praça Municipal (Centro), abrigará nesta segunda-feira (28), a partir das 19h, o lançamento da Frente de Descriminalização e pela Legalização do Aborto.
O evento coincide com o Dia de Ação pela Descriminalizaçã o do Aborto na América Latina e Caribe e denuncia o alto número de óbitos registrados em mulheres devido à realização de aborto clandestino.
Segundo os integrantes da frente, em cinco anos, mais de 800 delas morreram na Bahia por se submeterem à prática sem assistência médica. Em Salvador, o aborto inseguro é a primeira causa isolada dessas mortes. De janeiro de 2007 a agosto de 2008, cerca de 32 mil mulheres foram atendidas na rede pública em decorrência de complicações pós-aborto. No estado, o movimento tema adesão de organizações vinculadas aos movimentos feminista, negro, sindical e ONGs.
(Notícia publicada na edição impressa do dia 28/09/2009 do CORREIO)



BASSUMA SE DESFILIA DO PT E VAI PARA O PV
Bahia Notícias

Como já era esperado, o deputado federal Luiz Bassuma oficializou nesta segunda-feira (28) o pedido de desfiliação do PT. O protocolo foi registrado no diretório municipal do partido e na 13ª Zona Eleitoral. O destino dele será o mesmo da sua esposa, Rose Bassuma, que será candidata à Câmara Federal em 2010 pelo PV. Punido pela legenda por lutar contra o aborto, o parlamentar foi seduzido por um artigo especial adotado no estatuto dos verdes, depois do ingresso da senadora Marina Silva (AC), única presidenciável, segundo ele, contrária à legalização do procedimento. O Partido Verde incluiu em sua norma a “liberdade de expressão em questões de consciência”. Veja aqui as solicitações de desligamento de Bassuma ao PT e à Justiça Eleitoral.


-

22 de set. de 2009

RETORNO A LA DEMOCRACIA CON RESPETO A LOS DERECHOS HUMANOS EN HONDURAS

Declaración del Observatorio sobre la situación de Derechos Humanos en Honduras (OISDHHN) con motivo del regreso del Presidente Manuel Zelaya


San José de Costa Rica, 21 de septiembre de 2009


El regreso a Tegucigalpa del presidente legítimamente elegido en Honduras, Manuel Zelaya, debe contribuir a una salida pacífica de la crisis y a un retorno del orden constitucional interrumpido por el golpe de Estado ocurrido el 28 de junio.


Condenamos una vez más el uso del toque de queda por parte del gobierno de facto como un instrumento de control de la participación ciudadana. Reiteramos que de producirse un "baño de sangre", como lo han anunciado los golpistas en reiteradas ocasiones si el Presidente Zelaya regresara, sería responsabilidad directa del gobierno de facto, que ya tendría que responder por el crimen de persecución política ante la Corte Penal Internacional.


En este sentido, el OISDHHN exige al gobierno de facto que se abstenga de reprimir la movilización ciudadana y evitar la emisión de mensajes que contribuyan a la violencia y, en cambio, permitir el regreso de las autoridades legítimas, asegurar el respeto por los derechos humanos y facilitar un diálogo nacional que contribuya a la salida definitiva de la crisis.


La Resistencia y demás formas de manifestación por la democracia en Honduras que merecen toda nuestra solidaridad, pueden contribuir a este retorno a la democracia con sus propuestas para superar la crisis, su reafirmación de la no violencia y su formidable experiencia de movilización y participación.


Federación Internacional de Derechos Humanos (FIDH)
Centro por la Justicia y el Derecho Internacional (CEJIL)
Iniciativa de Copenhaguen para Centroamérica y México (CIFCA)
FIAN Internacional Federación de Derechos Humanos de España
Suedwind - Austria
IBIS - Dinamarca
Instituto de Derechos Humanos de la Universidad Centroamericana “José Simeón Cañas” (IDHUCA-El Salvador)
Instituto de Estudios Políticos sobre América Latina y África (IEPALAEspaña)
Servicio Paz y Justicia (SERPAJUruguay)
Solidaridad Mundial - Bélgica
Consultoría para los Derechos Humanos y el Desplazamiento (CODHES) - Colombia